Se a seleção brasileira já não se mostra a mesma dentro de campo, estudo feito pela Informídia (Pesquisas Esportivas), mostra que fora dele, a Seleção continua com força total.
ESPAÇO OCUPADO NA MÍDIA:
Levando em consideração todas as categorias de seleções brasileiras, tanto masculina como feminina, foram transmitidas 72 partidas em 2011. No total foram 272 transmissões, pois um mesmo jogo é transmitido em vários canais e reprisado. Isso representou cerca de 480 horas de exposição. Somando-se todas as reportagens exibidas na TV, esse número vai para 1.134 horas. Já em jornais, foram registrados 7.297 reportagens, o que é equivalente a mais de 2.000 páginas.
Se a CBF tivesse que pagar por toda essa exposição na mídia, teria que ter desembolsado cerca de 4 bilhões de reais.
ESPAÇO OCUPADO POR CATEGORIAS:
As seleções masculinas representam cerca de 82% do espaço ocupado na mídia em 2011. Isso se deve a grande quantidade de torneios que disputam.
Mesmo os mundiais sub17 e sub20, que neste ultimo, teve o Brasil como grande campeão e Neymar em sua equipe trazendo grandes retornos na mídia, a seleção principal ainda é a maior fonte de exposição da CBF, representando 52%.
PROPRIEDADES E PATROCÍNIOS:
A seleção é composta por 83 propriedades que possam gerar patrocínio e exposição.
A propriedade com maior retorno de exposição foi a camisa frente superior, com 30% total dos patrocínios conseguidos pela CBF. Porém é ocupada somente pela Nike, já que a seleção não joga com outros patrocínios na camisa.
A segunda propriedade que mais gerou exposição para os demais patrocinadores, foi o backdrop (placas com patrocinadores que ficam atrás dos jogadores em entrevistas e coletivas), que representou 20%, as outras 81 propriedades representaram os 50% restantes.
O patrocinador com melhor resultado de exposição foi a Nike, ocupando 54% do espaço ocupado na mídia pelos patrocinadores, isso graças a propriedade camisa frente superior.
O segundo patrocinador da lista é a Vivo, com 14%, seguido do Itaú, com 8%, Guaraná com 6%, Seara e Gilette com 4%. Os outros 10% foram divididos entre os 7 patrocinadores restantes.
Este estudo realizado pela Informídia, oferece informações essenciais para avaliar o custo benefício de programas de Marketing Esportivo, e também para mensurar o tamanho da repercussão atingida.
Fonte: Informídia
Diego Bastos de Morais
Gestão e Negócios do Esporte
É Diegão... impressionante ver como um esporte praticado inicialmente como lazer ganhou tanta projeção e tornou-se essencialmente um grande negócio. E viva o capitalismo.
ResponderExcluirExatamente Rabelo... Hoje o futebol significa exatamente isso, "UM GRANDE NEGÓCIO".
ResponderExcluirEnquanto nós, que ainda insistimos em torcer, eles só pensam na grana que vão levar.
Só espero que a paixão dos torcedores não acabem, pq dos jogadores, ja acabou a muito tempo.
E VIVA a seleção brasileira... que está uma MERDA, mas ganhando dinheiro, q é isso o q importa pra eles. Capitalismo sempre...
Valeu pelo comentário Rabelo.
Abraços !!!!