O texto abaixo não fala sobre Gestão, mas é muito bacana, e achei legal compartilhar com todos.
6:30h da Manha. Conforme programado, o Sistema Customizado de Despertar começa a progressivamente aumentar a luz do quarto, bem devagarzinho. Ao mesmo tempo, uma das 100 musicas cadastradas como “Favoritas para acordar” começa a tocar baixinho e vai aumentado de volume em sincronia com a luz. Na cozinha, a cafeteira e a torradeira conectadas com o despertador passam um café quentinho e tostam 2 fatias de pão, deixando-as no ponto que gosto. Junto com o café da manha, tomo minhas vitaminas: um superantioxidante, um ultra-antiácidolático, um megapolivitamínico e o protetor solar fator 50, ingerível e com duração de 4 horas. Devidamente alimentado e suplementado, coloca a roupa do treino: a bermuda de bike com tecido de compressão que foi cortada de acordo com as minhas medidas. A camiseta com monitor cardíaco integrado e sensores de suor que ajudam a respirabilidade do tecido. Os óculos que projetam à minha frente, em realidade aumentada, o percurso do treino e me informam a velocidade média e a altimetria sem que eu tenha que desviar o olhar da trilha. Encaixo no ouvido o minúsculo fone que me informará quando e quanto devo beber e comer – ele se comunica via wireless com o chip subcutâneo que implantei para monitorar meus níveis de hidratação e glicemia. Na caramanhola, um isotônico customizado para o meu organismo. Nos pés, sapatilhas termomoldadas. Na cabeça, um capacete com miniairbags internos. Não é preciso levar câmeras extras, os pneus de hoje não furam. Nem corta-vento, porque a camiseta fica impermeável se for preciso. E ainda sim, mesmo e apesar de tudo isso, quando subo em minha bike minimalistica e totalmente automática, é meu coração que tem que bater. Minha alma que precisa querer se lançar pela trilha. E isso, nada substituirá.
Texto tirado da Revista Go Outside
Diego Bastos de Morais
Gestão e Negócios do Esporte
Excelente texto!!! Vem a corroborar com alguns textos que li e com minha percepção que acima de tudo o esporte deve trazer emoção e satisfação aos que praticam e que não podemos encará-lo apenas pelos números...
ResponderExcluirConcordo Rabelo... os números são mero detalhes. É essa emoção e satisfação que nos move, e nos faz querer cada vez mais ter essa adrenalina correndo pelo corpo, e isso, não tem tecnologia que substitua.
ResponderExcluirAbraços !!